International Ethanol Trade Association, entidade sem fins lucrativos ou políticos, que visa estimular o desenvolvimento do mercado mundial de etanol
é, efetivamente, uma das grandes, senão a melhor notícia deste segundo semestre para o mercado alcooleiro mundial. A entidade nasce com o propósito de abrangência global, de se tornar um amplo foro de discussões e apresentação de soluções para questões que hoje afetam o emergente mercado internacional de etanol.
Capitaneada por Jacyr da Silva Costa Filho, da SCA, e tendo no barco players de peso do mercado mundial, a IETHA nasce forte e, o que é melhor, emancipada. Emancipada porque uma instituição de um quilate como este já surge madura e não necessita de tutores.
Mas convém lembrar: a IETHA não pertence aos brasileiros. É resultado, sim, de felizes reflexões de mentes brasileiras, mas pertence ao mundo. Afinal, em momento como o atual, onde o planeta geme e quase agoniza ao sofrer impactos ambientais que beiram a catástrofe, pelo uso destrambelhado de combustíveis fósseis, o etanol surge, limpo, na matriz energética.
Ainda que seja de forma paliativa para os próximos 50 anos, até a chegada da era do hidrogênio, o etanol é hoje o combustível mais adequado a misturas em proporções variadas e comprovadamente em condições de até mesmo substituir o uso do decadente petróleo. Isto já se sabia no Brasil há tempo.
De poucos anos para cá, entretanto, tem sido notícia despertadora para tantos países que antes, escravos do óleo negro e seus malefícios, sequer imaginavam que haveria possibilidade de se encontrar ambiente limpo e renovável em algum lugar.
A IETHA surge nesse ambiente, e com capacidade comprovada de reverberar ainda mais seu característico som ambientalmente correto.
Sucesso à IETHA.